domingo, 3 de março de 2013

AULA DE ESTATÍSTICA



               
                 SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
SUBSECRETARIA DE GESTÃO DE ENSINO
SUPERINTENDÊNCIA PEDAGÓGICA
DIRETORIA REGIONAL METROPOLITANA I












I. Plano de Aula: Data:06/2013

II. Dados de Identificação:
Disciplina: MATEMÁTICA                                                  Série: 3º ANO EM       


III. Currículo Mínimo:

- Compreender os conceitos básicos de estatística: população, amostra, frequência absoluta e frequência relativa.
- Construir, ler e interpretar histogramas, gráficos de linhas, de barras e de setores.

Matriz de Referência:
D80 – Resolver problema envolvendo informações apresentadas em tabelas e/ou gráficos.
D81 – Associar informações apresentadas em listas e/ou tabelas simples aos gráficos que as representam e vice-versa.

IV. Objetivos:
Construir, ler e interpretar histogramas, gráficos de linhas, barras e setores.


 V. Conteúdo:

Tratamento da informação a partir da análise estatística.

VI. Desenvolvimento do tema:


Ler o texto abaixo:

O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE...

Você sabia que muito médicos já recomendaram a seus pacientes que começassem a fumar? Eles diziam que era relaxante... Nos filmes norte-americanos, heróis e heroínas fumavam o tempo todo, dando a impressão de que cigarro era uma delícia.


Mas, é claro, isso aconteceu a cinquenta ou sessenta anos atrás... Depois, observando a incidência de doenças nos fumantes (doenças respiratórias, cânceres, úlceras do estômago e outras calamidades), os médicos começaram a suspeitar do cigarro.
A estatística teve um papel importante nessa época. Diversas pesquisas foram feitas provando que o hábito de fumar tinha relação com as doenças citadas. Atualmente, quase não há quem duvide disso. (Usamos a palavra quase, você reparou? Isso porque há ainda uma ou outra pessoa que defende o cigarro.)
Pois é, volta e meia aparece alguém defendendo o cigarro com o simples argumento de que sabe de alguém, seu avô, por exemplo, que fumou muito e viveu muito. Belo argumento! Se você pensar um pouco, perceberá que ele não é lógico. 



Mesmo admitindo-se que o fumo não tenha feito mal para o vovô, isso não significa que ele não possa fazer mal para a maioria dos fumantes. Veja que as conclusões estatísticas não são invalidadas por um exemplo contrário. (Na matemática pura é diferente: um só exemplo contrário basta para tornar uma afirmação falsa. Por exemplo, a frase: “Todo número primo é ímpar” é falsa porque existe um único número primo que é par, o número 2.)
Muito bem, agora sabemos que o cigarro faz mal, e até nosso Ministério da Saúde está sempre avisando disso. Eis mais uma prova estatística de que cigarro encurta a vida. O gráfico abaixo foi feito com dados de um estudo realizado pela Universidade do Alabama (EUA), com uma grande amostra de pessoas.


Observou bem o gráfico? Você pode notar que 99% das pessoas da amostra chegam vivas aos 35 anos, sendo ou não fumantes. Mas, aos 45 anos, já há uma pequena diferença entre os dois grupos. Veja como essa diferença se acentua. Por exemplo, aos 65 anos, mais de 90% dos não fumantes estão vivos, enquanto entre os fumantes sobram menos de 80%!
A partir de gráficos como esse, você há de concordar que o Ministério da Saúde tem razão em advertir as pessoas, não é?

IMENES, Luiz Márcio. Estatística. São Paulo: Atual, 2009. p.49 e 50 (Pra que serve Matemática?)


Levantar uma discussão sobre o assunto destacando o tratamento das informações através de tabelas e gráficos.

Propor uma pesquisa com familiares e amigos sobre o tempo de vida entre fumantes e não fumantes.

A partir dos dados colhidos, os alunos devem associar as informações apresentadas em listas aos gráficos que as representam, utilizando o Excel.

VII. Recursos didáticos:
Texto, computador, Excel

VIII. Avaliação:
Análise das tabelas e gráficos


XIX. Bibliografia:
IMENES, Luiz Márcio. Estatística. São Paulo: Atual, 2009. p.49 e 50 (Pra que serve Matemática?)

X. Elaboradores do Plano:
Doralice Barreiro (EE Mestre Hiran) e Loise Tarouquela (CE Arruda Negreiros)

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