domingo, 31 de março de 2013

MANISFESTOS DO MODERNISMO

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO 


SUBSECRETARIA DE GESTÃO DE ENSINO
SUPERINTENDÊNCIA PEDAGÓGICA
DIRETORIA REGIONAL METROPOLITANA I








I. Plano de Aula: Data: 2013

II. Dados de Identificação:
Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA - LITERATURA                                  Série:  3º ANO EM     


III. Currículo Mínimo:
- Relacionar os modos de organização da linguagem às escolhas do autor, à tradição literária e ao contexto sociocultural de cada época.
 
Matriz de Referência:

D01 - Localizar informações explícitas em um texto.
D03 - Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.
D04 - Inferir uma informação implícita em um texto.
D05 - Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, fotos, etc.).
D06 - Identificar o tema de um texto.
D07 - Identificar a tese de um texto.
D08 - Estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la.


IV. Objetivos: 
  Aprimorar o nível de leitura e identificar época e característica.
  
V. Conteúdo:

MANIFESTO PAU-BRASIL


VI. Desenvolvimento do tema

Apresentar e comentar em slides o Manifesto Pau-Brasil; (https://www.youtube.com/watch?v=nP0cM1PRd1E)

Exercício em sala questões referentes à análise e interpretação textual;
1) LITERATURA MANIFESTO DA POESIA PAU-BRASIL(fragmento) Lançado por Oswald de Andrade, no Correio da Manhã, em 18 de março de 1924. Houve um fenômeno de democratização estética nas cinco partes sábias do mundo. Instituíra-se o naturalismo. Copiar. Quadro de carneiros que não fosse lã mesmo não prestava. A interpretação do dicionário oral das Escolas de Belas-Artes queria dizer reproduzir igualzinho... Veio a pirogravura. As meninas de todos os lares ficaram artistas. Apareceu a máquina fotográfica. E com todas as prerrogativas do cabelo grande, da caspa e da misteriosa genialidade de olho virado – o artista fotógrafo. Na música, o piano invadiu as saletas nuas, de folhinha na parede. Todas as meninas ficaram pianistas. Surgiu o piano de manivela, o piano de patas. A Playela. E a ironia eslava compôs para a Playela. Stravinski. A estatuária andou atrás. As procissões saíram novinhas das fábricas. Só não se inventou uma máquina de fazer versos – já havia o poeta parnasiano. (...) Nossa época anuncia a volta ao sentido puro. Um quadro são linhas e cores. A estatuária são volumes sob a luz. A poesia Pau-Brasil é uma sala de jantar domingueira, com passarinhos cantando na mata resumida das gaiolas, um sujeito magro compondo uma valsa para flauta e a Maricota lendo o jornal. No jornal anda todo o presente. (apud TELES, Gilberto M. Vanguarda Européia e Modernismo Brasileiro. Petrópolis: Vozes, 1977.) O texto de Oswald de Andrade critica a estética naturalista porque: 

2) LITERATURA O modo de produção textual dos parnasianos, citado no Manifesto da Poesia Pau-Brasil, está explicitado no seguinte fragmento de outro autor:
 
http://www.e24h.com.br/simonline/resultados/gabaritos/portugues.cfm?simuladao_id=11
 
Identificação da ideologia modernista, legado do modernismo para a arte contemporânea.


VII. Recursos didáticos:
 
Datashow, folha avulsa para atividade.
 
VIII. Avaliação:

Correção das atividades.



XIX. Bibliografia:

História Concisa da Literatura Brasileira - Alfredo Bosi


X. Elaboradores do Plano:

Daniel Falcão (CE FRANCISCO ASSUMPÇÃO)
Marina Lins A. Souza (CE FRANCISCO ASSUMPÇÃO)
Rosana das Graças Maroso da Silva (CE FRANCISCO ASSUMPÇÃO)
Sueli de Fátima M.M Pimentel (CE MARIA JUSTINIANO FERNANDES / CE ENGENHEIRO AREA LEÃO)
Denize Ormond dos Santos (CE MARECHAL JUAREZ TÁVORA)

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